Móveis Coloniais de Acaju
[...]Espero o dia que vem
Pra ver se te vejo
E faço o tempo esperar como esperei
A eternidade se passar nos dois segundos sem você
Agora eu já nem sei
Se hoje foi anteontem
Me perdi lembrando o teu olhar
O meu futuro é esperar pelo presente de fazer[...]
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domingo, 29 de agosto de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
Felicidade cigana.
As vezes o cuidado demais que nós temos acaba nao sendo bom, aí acontece o contrario do esperado, e magoamos ou somos magoados.
A felicidade é algo que temos que ir atras, e quanto mais buscamos mais ela vai destanciando que é pra ver o quanto nos esforçamos pra alcança-la, e de repente, um dia, ela pára, e a alcançamos.
Eu alcancei. To feliz.
Claro que a felicidade plena nao vem assim, vem a cada dia, a cada momento, a cada encontro - por mais curto que seja - sente-se completo, e busca preencher todos os dias esse vazio. É esse vazio que voce sente é ela que falta, que é você que tem que preencher, todos os dias!
Nao deixe nem um dia de se preencher, de ser feliz.
A felicidade é algo que temos que ir atras, e quanto mais buscamos mais ela vai destanciando que é pra ver o quanto nos esforçamos pra alcança-la, e de repente, um dia, ela pára, e a alcançamos.
Eu alcancei. To feliz.
Claro que a felicidade plena nao vem assim, vem a cada dia, a cada momento, a cada encontro - por mais curto que seja - sente-se completo, e busca preencher todos os dias esse vazio. É esse vazio que voce sente é ela que falta, que é você que tem que preencher, todos os dias!
Nao deixe nem um dia de se preencher, de ser feliz.
sábado, 21 de agosto de 2010
Fábrica 2
FÁBRICA 2 - (Legião Urbana)
Não sei se tenho medo
Não sei se tenho medo
Trabalho o tempo inteiro
Estou procurando emprego
E é mais um aumento
Não tenho mais dinheiro
Atraso o aluguel
Não compro alimento
Não sei se tenho medo
Não sei se tenho medo
Só este desespero
Esqueço quando bebo
Quem vai ser despedido
Quem vai dançar primeiro
E o pouco que recebo
É a metade pelo meio
Não sei se tenho medo
Não sei se tenho medo
Só este desespero
Esqueço quando bebo
E é mais um aumento
Não tenho mais dinheiro
Atraso o aluguel
Não compro alimento
Não sei se tenho medo
Não sei se tenho medo
Trabalho o tempo inteiro
Estou procurando emprego
E é mais um aumento
Não tenho mais dinheiro
Atraso o aluguel
Não compro alimento
Não sei se tenho medo
Não sei se tenho medo
Só este desespero
Esqueço quando bebo
Quem vai ser despedido
Quem vai dançar primeiro
E o pouco que recebo
É a metade pelo meio
Não sei se tenho medo
Não sei se tenho medo
Só este desespero
Esqueço quando bebo
E é mais um aumento
Não tenho mais dinheiro
Atraso o aluguel
Não compro alimento
Fábrica
FÁBRICA - (Legião Urbana)
Nosso dia vai chegar,
Teremos nossa vez.
Não é pedir demais:
Quero justiça,
Quero trabalhar em paz.
Não é muito o que lhe peço -
Eu quero um trabalho honesto
Em vez de escravidão.
Deve haver algum lugar
Onde o mais forte
Não consegue escravizar
Quem não tem chance.
De onde vem a indiferença
Temperada a ferro e fogo?
Quem guarda os portões da fábrica?
O céu já foi azul, mas agora é cinza
O que era verde aqui já não existe mais.
Quem me dera acreditar
Que não acontece nada de tanto brincar com fogo,
Que venha o fogo então.
Esse ar deixou minha vista cansada,
Nada demais.
Nosso dia vai chegar,
Teremos nossa vez.
Não é pedir demais:
Quero justiça,
Quero trabalhar em paz.
Não é muito o que lhe peço -
Eu quero um trabalho honesto
Em vez de escravidão.
Deve haver algum lugar
Onde o mais forte
Não consegue escravizar
Quem não tem chance.
De onde vem a indiferença
Temperada a ferro e fogo?
Quem guarda os portões da fábrica?
O céu já foi azul, mas agora é cinza
O que era verde aqui já não existe mais.
Quem me dera acreditar
Que não acontece nada de tanto brincar com fogo,
Que venha o fogo então.
Esse ar deixou minha vista cansada,
Nada demais.
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