quarta-feira, 27 de julho de 2011

Cotidiano de um casal (que já foi / ainda é) feliz.

Carlos chegou do trabalho e estacionou o carro na garagem, caminhou até a entrada e girou a chave abrindo a porta. Entrou e resmungou pra esposa:
- Boa noite, amor. Tá pronta a janta?
- Tá quase, benzinho. - Disse Laise, sua esposa.
Carlos e Laise são casados há vinte anos e tem um filho, Mateus, de 19. Carlos é médico. Laise é concursada e trabalha apenas meio periodo, dedicando o tempo livre pra cuidar da casa e as aulas de ioga.
- Vou tomar um banho.
- Tá bom. Você prepara o suco depois? -  Indagou Laise.
- Tá ok. Deixa que eu lavo a louça também depois.
- Ótimo.
Ele foi até a cozinha e a beijou. Depois seguiu para o quarto. Tomou um demorado banho, depois se arrumou e se jogou no sofá, pegou o controle e ligou a televisão.
"Quarta-feira. Droga, dia de jogo". 
Então desligou e jogou a cabeça pra trás, no sofá, tentando relaxar.
- Cadê o Mateus, amor? - Perguntou Carlos, quebrando o silencio.
- Saiu com a Aninha.
- Quem é Aninha?
- A filha da Clara, a vizinha da frente. Se mudou a uns dois meses pra cá. Não lembra? Eles estão namorando.
- Ah ta. O marido dela é policial né?! - Passava o dia fora que pouco via ou sabia da vizinhança.
- Isso mesmo... como foi o trabalho hoje?
- Foi tranquilo.
- Que bom!
Então ele sentou na mesa de jantar e ficou em silencio.
Cinco minutos depois de estar observando a esposa, notou como ela ainda continuava bela e atraente. Adorava quando ela usava aquele vestido verde que deu a ela de presente. Exaltava suas curvas.
Se aproximou, abraçou a esposa por trás e deu um beijo no seu pescoço. Ela sentiu um arrepio e apagou o fogo da panela.
Em seguida, ele deslizou a mão sobre o corpo dela, apalpando-lhe os seios e mordendo sua orelha. Virou a esposa de frente e a beijou freneticamente, descendo as mãos das costas até a bunda de Laise e apertando com vontade.
- Tá com fogo é?! - perguntou a esposa, ofegante.
- Muito. -  respondeu ele, com um sorriso cinico.
Ele levantou o vestido de Laise, que já passava a mão no membro de Carlos. Levantou a esposa e a colocou sobre a mesa, tirou a calcinha dela e enfiou o dedo indicador. Ela gemeu alto. Entao ele colocou mais um e começou a chupar e lamber Laise, que puxava seu cabelo e movia os quadris enlouquecida.
Então ele a puxou pra beira da mesa, tirou a pouca roupa que estava vestido e a penetrou, como lembrava fazer no inicio do casamento. Ela, já muito excitada, logo gozou, entre gemidos, arranhões e puxões de cabelo.
Ela levantou, olhou-o nos olhos, e virou de costas, apoiou-se na mesa e se empinou pra Carlos. Ele sorriu e a penetrou. Já quase no climax, ele começou a ir mais rápido e... gozou.
- Me senti como no nosso primeiro ano de casados. - Enfim, ela falou, ainda ofegante.
- Eu também. Lembra daquela vez, no meio da madrugada, durante as nossas férias?
- Sim. Foi ótimo.
Ele sorriu e os dois desabaram sobre o chão da cozinha.
 [Som de batidas na porta]
- Mãe, cheguei! Abre aqui, a Aninha vai jantar com a gente hoje. - Gritou Mateus, do lado de fora.
- Melhor eu correr pro quarto. Colocar uma roupa melhor. - resmungou Carlos para Laise.
- Eu vou abrir a porta.
- Ok. Te amo.
- Também te amo.

Um comentário:

Anônimo disse...

feliz do casal que mesmo depois de 20 anos de casado ainda consegue agir assim..